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05/Abr Thalheimer: Sobre o Fascismo. "... Como subsídio para uma discussão do problema do fascismo, trazemos à luz três artigos de August Thalheimer, o teórico marxista que mais aprofundou a questão, artigos esses inéditos na língua portuguesa. Os dois primeiros trabalhos são de 1923: “Entre Jena e Leipzig” foi publicado na “Internationale”, órgão teórico do KPD (Partido Comunista Alemão). “O Fascismo, A Pequena-burguesia e a Classe Operária”, foi publicado no “Rote Fahne”, o órgão diário do Partido. Já o terceiro artigo, o célebre trabalho de August Thalheimer, “Sobre o Fascismo”, embora redigido em 1928, só veio a ser publicado em 1930...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
04/Abr Martens: A União Soviética à beira do abismo. Capítulo 6 do livro A URSS e a Contra-Revolução de Veludo. "... o imperialismo é uma força bem mais resistente, dinâmica e agressiva do que numerosas correntes oportunistas no movimento operário acreditavam sê-lo desde há 30 ou 40 anos. O imperialismo não é democrático nem pacífico, não respeita nem a independência nem os princípios da coexistência pacífica; o imperialismo ocupa-se da arte, da cultura, do turismo, vende produtos, faz cooperação técnica, empresta dinheiro e através de tudo isso realiza a estratégia de dominação económica, militar e política na cena mundial. No debate dos problemas do comunismo, um ponto essencial é a percepção da natureza do imperialismo e das suas capacidades de expansão, infiltração e agressão...". Colaboração Para a História do Socialismo e Fernando Araújo.
03/Abr Lênin: Algumas Particularidades do Desenvolvimento Histórico do Marxismo. "...Nossa doutrina — disse Engels em seu nome e no de seu ilustre amigo— não é um dogma, mas um guia para a ação. Esta tese clássica sublinha com notável vigor e força de expressão um aspecto do marxismo que freqüentemente se perde de vista. E ao perdê-lo de vista, fazemos do marxismo algo unilateral, disforme, morto, arrancamos sua alma viva, minamos suas bases teóricas cardeais: a dialética, a doutrina do desenvolvimento histórico multilateral e cheio de contradições; debilitamos sua ligação com as tarefas práticas determinadas da época, que podem mudar com cada nova viragem da história...". Colaboração Fundação Maurício Grabois e Fernando Araújo.
02/Abr Mao: A Revolução Chinesa e o Partido Comunista da China. “A Revolução Chinesa e O Partido Comunista da China”, livro de texto escrito em Ien-an pelo camarada Mao Tsetung, com o concurso doutros camaradas, no Inverno de 1939. O primeiro capítulo, “A Sociedade Chinesa”, foi escrito pelos demais camaradas e revisto pelo camarada Mao Tsetung. O segundo capítulo, “A Revolução Chinesa”, foi elaborado pessoalmente pelo camarada Mao Tsetung. Um terceiro capítulo, “A Construção do Partido”, foi deixado inacabado pelos camaradas que nele trabalhavam. Não obstante, a publicação dos dois capítulos, em especial o segundo, desempenhou um grande papel educativo no seio do Partido Comunista da China e entre o povo chinês. Colaboração Fernando Araújo.
01/Abr Temática: Dossiê dos Mortos e Desaparecidos Políticos a partir de 1964. "...Este livro é instrumento para a construção de uma Nação justa, antes de ato de denúncia. [...]. Os fatos que se erguem à nossa frente são incontornáveis. Não há alternativa além de decifrá-los e revelá-los, por maiores que sejam as dores e por mais resguardadas que sejam as culpas. É também com dores profundas e com culpas expostas que se constrói uma Nação. Querer a justiça não é querer a revanche. Os revanchistas apenas reformam erros, enquanto os que lutam pela justiça fazem avançar o processo de redemocraticação — que no Brasil é ainda essencialmente formal, ao sustentar um modelo econômico que gera milhões de miseráveis. O reconhecimento, pelo Estado, dos direitos dos brasileiros mortos no decorrer do regime militar, marcará um avanço no processo de redemocratização. Avanço no qual, temos a convicção, sabemos conquistar com maturidade e responsabilidade....". Colaboração DHnet e Fernando Araújo.
31/Mar Temática: O Regime Militar, tomo I do Projeto Brasil Nunca Mais. "...O primeiro tomo do presente relatório trata de situar, como estudo de referência, a evolução das instituições jurídico-políticas brasileiras entre 1964 e 1979, partindo dos antecedentes históricos que prepararam o advento do Regime Militar [Ditadura] e debruçando-se sobre o estudo do aparelho repressivo erguido em torno da Doutrina de Segurança Nacional, que por sua vez foi imposta como filosofia oficial do Estado a partir de 1964...". Colaboração DHnet e Fernando Araújo.
30/Mar Prestes: Estudar e Aplicar as Resoluções de Fevereiro do Comitê Nacional para Entrarmos no Bom Caminho da Construção do Partido. Publicado em Problemas Revista Mensal de Cultura Política nº 34. "...A burguesia brasileira nunca foi capaz de lutar contra os restos feudais no país, é aliada dos latifundiários e, com medo crescente das grandes massas trabalhadoras, capitula, diante do imperialismo com quem forma um bloco contra os operários e camponeses, contra a maioria esmagadora da nação. Para que a revolução possa ser vitoriosa é indispensável desfazer esse bloco reacionário, concentrar o fogo contra a burguesia serviçal do imperialismo, desmascarar sua traição, e libertar as massas trabalhadoras de sua influencia. Só a classe operária será capaz de dirigir essa luta, porque só ela é consequente e revolucionária até o fim...". Colaboração Fernando Araújo.
29/Mar Stálin: Os Fatores Nacionais na Construção do Partido e do Estado. Capítulo do livro "O Marxismo e Problema Nacional e Colonial. Informe pronunciado no XII Congresso do PC(b) da Rússia, a 23 de abril de 1923. Colaboração Fernando Araújo.
28/Mar Marx: A Divisão do Trabalho e as Máquinas capítulo do livro Miséria da Filosofia. "...O trabalho organiza-se, divide-se de acordo com os instrumentos de que dispõe. O moinho de mão supõe uma divisão do trabalho diferente da do moinho a vapor. É, pois, ir de encontro à história querer começar pela divisão do trabalho em geral, para chegar em seguida a um instrumento específico de produção, as máquinas. As máquinas não são uma categoria econômica, do mesmo modo como não poderia sê-lo o boi que puxa a charrua. As máquinas não são senão uma força produtiva. A oficina moderna, que se baseia no emprego das máquinas, é uma relação social de produção, uma categoria econômica...". Colaboração Fernando Araújo.
27/Mar Kalinin: Discurso no Ato de Entrega de Condecorações aos Jornais Komsomólskaia Pravda e Pionérskaia Pravda. "...Falamos do “homem novo”. E, com efeito, hoje vemos com particular clareza que o homem, como todos os seres orgânicos, se modifica segundo a influência sobre ele exercida...". Colaboração Fernando Araújo.
26/Mar Mao: Identidade Entre os Interesses da União Soviética e da Humanidade Inteira. "...Quantas pessoas no mundo não foram enganadas pelas doces palavras de Chamberlain e comparsas, não descobriram o punhal que se escondia por detrás dos sorrisos destes, não compreenderam que a União Soviética concluirá um pacto de não agressão com a Alemanha apenas quando Chamberlain e Daladier estavam já decididos a rejeitar-lhe as propostas e a lançar-se numa guerra imperialista! É tempo de abrirem os olhos. O fato de a União Soviética ter defendido até ao último minuto a paz mundial constitui uma prova da identidade de interesses entre a União Soviética e a imensa maioria dos homens. Essa era a primeira questão que desejava tratar..." Colaboração Fernando Araújo.
25/Mar Thalheimer: Contribuição à História da Palavra de Ordem de "Governo Operário". "... A história da palavra de ordem de "Governo Operário" não é só quase que totalmente desconhecida pelos jovens, mas infelizmente também pelos velhos comunistas alemães. No seu lugar existe uma bonita e agradável lenda que leva à conclusão de que o Comitê Central (CC) sob Brandler inventou o monstro oportunista de um "Governo Operário" no quadro da "democracia", que o testou no outono de 1923 na Saxônia e Turíngia e que, depois, o 5° Congresso da Internacional Comunista (IC), sob a direção de Sinovjov, liquidou o monstro e recolocou as coisas no seu lugar. A verdadeira história dessa palavra de ordem e da sua extinção é bem diferente...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
24/Mar Lênin: A Greve Política de Toda a Rússia. "...A revolução avança com assombrosa rapidez, e prodigiosa quantidade de acontecimentos; e se quiséssemos expor aos nossos leitores minuciosamente a história dos últimos três ou quatro dias, teríamos que escrever um livro inteiro. Mas deixamos às gerações futuras a tarefa de escrever os detalhes da história. Temos diante de nós as cenas impressionantes de uma das maiores guerras civis pela liberdade, como jamais foram vistas pelos homens, e é preciso apressar-se a viver para empregar todas as energias nesta guerra...". Colaboração Fernando Araújo.
23/Mar Engels: A Gens Grega, capítulo 4 da obra: A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. "... Resumindo: a riqueza passa a ser valorizada e respeitada como bem supremo e as antigas instituições da gens são pervertidas para justificar-se a aquisição de riquezas pelo roubo e pela violência. Faltava apenas uma coisa: uma instituição que não só assegurasse as novas riquezas individuais contra as tradições comunistas da constituição gentílica, que não só consagrasse a propriedade privada, antes tão pouco estimada, e fizesse dessa consagração santificadora o objetivo mais elevado da comunidade humana, mas também imprimisse o selo geral do reconhecimento da sociedade às novas formas de aquisição da propriedade, que se desenvolviam umas sobre as outras — a acumulação, portanto, cada vez mais acelerada, das riquezas —; uma instituição que, em uma palavra, não só perpetuasse a nascente divisão da sociedade em classes, mas também o direito de a classe possuidora explorar a não-possuidora e o domínio da primeira sobre a segunda. E essa instituição nasceu. Inventou-se o Estado...". Colaboração Diego Grossi e Fernando Araújo.
22/Mar Martens: Quando o Vampiro dos Cárpatos atacou Timisoara. Capítulo 5 do livro A URSS e a Contra-Revolução de Veludo. "...Em 20 anos, encontrámos bastantes militantes de esquerda que se excitavam tanto com os erros do socialismo, colocando mal a questão, que por fim se arrumaram do lado da barbárie imperialista. No decurso de conferências que demos durante este último ano, alguns levantaram-se para exclamar: «À ditadura da burocracia romena ou chinesa, prefiro a democracia burguesa». Nada pode ilustrar melhor a passagem de uma certa «esquerda» para o lado do imperialismo. Para melhor situar as nossas posições no que respeita ao Leste e à Roménia, lembremos então alguns factos que são essenciais para julgar na sua perspectiva verdadeira as «revoluções pela democracia e pela liberdade»...". Colaboração Para a História do Socialismo e Fernando Araújo.
21/Mar Marx: A Situação Política na Europa. Colaboração O Olho da História, Revista de Teoria, Cultura, Cinema e Sociedades, Danilo Chaves Nakamura, Douglas Anfra e Fernando Araújo.
20/Mar Stálin: De Uma Carta ao Camarada Kaganovitch e a outros Membros do Comitê Central do Partido Comunista (bolchevique) da Ucrânia. Capítulo do livro "O Marxismo e Problema Nacional e Colonial. Colaboração Fernando Araújo.
19/Mar Marx: Capítulo II — A Metafísica da Economia Política § I — O Método capítulo do livro Miséria da Filosofia. "...Os economistas têm uma maneira singular de proceder. Não existe para eles senão duas espécies de instituições, as da arte e as da natureza. As instituições da feudalidade são as instituições artificiais, as da burguesia são as instituições naturais. Eles se parecem nisto com os teólogos que, eles também, estabelecem duas espécies de religião. Toda religião que não é a sua é uma invenção dos homens, enquanto que a sua própria religião é uma emanação de Deus. Dizendo que as relações atuais — as relações da produção burguesa — são naturais, os economistas dão a entender que se trata de relações nas quais se cria a riqueza e se desenvolvem as forças produtivas de acordo com as leis da natureza. Logo, estas relações são elas mesmas leis naturais independentes da influência do tempo. São leis eternas que devem reger sempre a sociedade. Assim, já existiu história, mas não existe mais. Existiu história, pois que existiram instituições de feudalidade, e que nestas instituições de feudalidade se encontram relações de produção inteiramente diferentes daquelas da sociedade burguesa, que os economistas querem fazer passar por naturais e portanto eternas...". Colaboração Fernando Araújo.
18/Mar Kalinin: A Fisionomia Moral de Nosso Povo. "...A moral ou ética existe desde o início da formação da sociedade humana, por cujo desenvolvimento econômico é determinada, não de um modo automático, naturalmente, mas com certo atraso, da mesma forma que toda a superestrutura ideológica, como o direito, a religião, etc. Nos albores da sociedade humana a moral surgia das condições de existência, constituindo-se praticamente em determinadas normas de conduta dos homens...". Colaboração Fernando Araújo.
17/Mar Mao: Entrevista com três Correspondentes da Agência Central de Informação e dos Jornais Saotampao e Sinmimpao. "...Devemos apoiar tudo o que o inimigo combate e combater tudo o que o inimigo apoia. Nos artigos que redigem, muitos citam frequentes vezes a frase seguinte: “que os teus atos não aflijam os teus amigos nem regozijem os teus inimigos”..." Colaboração Fernando Araújo.
16/Mar Sachs: O PT e o Partido Revolucionário. "...Nossa luta é pelo partido Revolucionário, marco indispensável no caminho da Revolução Socialista neste país. E a revolução socialista no Brasil só pode se dar como revolução proletária apoiada diretamente pelos trabalhadores do campo...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
15/Mar Martens: Budapeste, 1956: a contra-revolução armada. Capítulo 4 do livro A URSS e a Contra-Revolução de Veludo. "...a restauração do capitalismo na Hungria um assunto de discussão, eminentes pensadores apresentam-nos as suas teorias em que expõem profundas justificações sobre este processo «libertador». Segundo uns, esta ressurreição do capitalismo seria a prova final da falência de 45 anos de «stalinismo». Outros estimam que o capitalismo provou o seu notável dinamismo e que o socialismo foi ao tapete por KO económico. Uma terceira explicação justificadora diz isto: o homem não vive só de pão, a ausência de democracia e de liberdade própria do «stalinismo» ou mesmo do socialismo, levou as massas a desfazer-se do regime totalitário. E uma última teoria aparece a cloroformizar-nos os espíritos: não teríamos razão em lamentarmos a actual restauração, não sendo nosso este enterro; a Hungria, que sofreu um despotismo asiático imposto pelos tanques soviéticos, nunca conheceu o socialismo...". Colaboração Para a História do Socialismo e Fernando Araújo.
14/Mar Thalheimer: Marxismo e Existencialismo. "... A análise crítica das mais recentes tentativas de completar o marxismo pela “fenomenologia”, é a tarefa, mas que se impõe. Ingrata porquanto a filosofia burguesa depois de Ludwig Feuerbach deixa de encerrar conteúdo científico positivo (constituindo exceções e apreciação matemática da lógica e a apresentação e estudo críticos de material novo por parte dos historiadores da filosofia) e, consequentemente, essa análise crítica terá de se haver com moinhos de vento. Os ensaios de enriquecimento “fenomenológico” do marxismo devem ser atacados de rijo, visto ameaçarem desnortear ainda mais as mentes no campo do movimento operário, já desorientadas pela própria confusão reinante neste após- guerra...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
13/Mar
Engels: A Gens Iroquesa, capítulo 3 da obra: A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. "... Chegamos, agora, a outro descobrimento de Morgan, pelo menos tão importante quanto a reconstituição da forma primitiva da família através dos sistemas de parentesco. A demonstração de que os grupos de consanguíneos, designados por nomes de animais no seio de uma tribo de índios americanos, são essencialmente idênticos às genea dos gregos e às gentes dos romanos; de que a forma americana é a forma original da gens, sendo a forma greco-romana uma forma posterior, derivada; de que toda a organização social dos gregos e romanos dos tempos primitivos em gens, fratria e tribo encontra seu fiel paralelo na organização dos indígenas americanos; de que a gens (na medida em que podemos julgar pelas nossas fontes atuais de conhecimento) é uma instituição comum a todos os bárbaros até sua passagem à civilização e mesmo depois dela; essa demonstração esclareceu, de repente, as partes mais difíceis da antiga história grega e romana e, ao mesmo tempo, revelou-nos os traços fundamentais do regime social da época primitiva, anterior à criação do Estado...". Colaboração Diego Grossi e Fernando Araújo.
12/Mar
Lênin: Primeiro Projeto de Resolução do X Congresso do PC da Rússia Sobre o Desvio Sindicalista e Anarquista em Nosso Partido. "...O marxismo ensina-nos (...) que só o partido político da classe operária, isto é, o Partido Comunista, está em condições de agrupar, educar e organizar a vanguarda do proletariado e de toda a massa trabalhadora, a única capaz de resistir às inevitáveis vacilações pequeno-burguesas desta massa, as inevitáveis tradições e recaídas na estreita visão gremial ou nos preconceitos gremiais entre o proletariado, e dirigir todo o conjunto das atividades de todo o proletariado, ou seja, dirigi-lo politicamente e, através dele, dirigir todas as massas trabalhadoras. Sem isto a ditadura do proletariado é irrealizável...". Colaboração Fernando Araújo.
11/Mar
Meyer: Notas sobre Thalheimer. "... o interesse na obra de Thalheimer não se prende apenas ao fato de conter subsídios fundamentais para a história do fascismo alemão. Há um interesse teórico mais amplo, considerando que o autor desenvolve uma vertente do pensamento marxista mantida na obscuridade por circunstâncias políticas: em parte porque sofreu diretamente os golpes do fascismo, mas também porque foi estigmatizado pelos diversos dogmatismos que tão fortemente tem assediado o marxismo do nosso tempo...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
10/Mar
Stálin: Resolução Sobre o Problema Nacional. Apêndice do livro: O Marxismo e o Problema Nacional e Colonial. "...A política de opressão nacional, herança do absolutismo e da monarquia é apoiada pelos latifundiários, pelos capitalistas e pela pequena burguesia, no interesse da conservação de seus privilégios de classe e da divisão dos operários das diversas nacionalidades. Ao acentuar as tendências à dominação dos povos fracos, o imperialismo atual constitui um novo fator da agravação da opressão nacional...". Colaboração Fernando Araújo.
09/Mar
Marx: Aplicação da Lei das Proporcionalidades de Valor capítulo do livro Miséria da Filosofia. "...Verdadeiramente, é preciso ser desprovido de todo conhecimento histórico para ignorar que são os soberanos que, sempre, sofreram as condições econômicas, cujas leis jamais são ditadas por eles. A legislação, tanto a política como a civil, não faz senão enunciar, verbalizar o poder das relações econômicas...". Colaboração Fernando Araújo.
08/Mar
Temática: A Produção Político-Cultural do PCB dos anos 30 aos 60. Artigo escrito por Ricardo Costa Secretário Nacional de Formação Política do PCB. "...O aparato político-cultural do PCB funcionou, ao longo de sua história, como importante polo gravitacional do mundo da cultura, com um grau de adesão mais ou menos permanente, a depender sempre das circunstâncias políticas e dos debates internos. Para um partido que viveu a maior parte de sua história na clandestinidade, o fato de o seu aparato político-cultural ter se constituído de maneira expressiva de tempos em tempos, como em 1935, nos anos 1945/47, 1948/52 e 1963/64, comprova o peso da sua inserção no campo cultural e a capacidade de fazer circular na sociedade os bens simbólicos produzidos internamente, os quais eram difundidos, principalmente, pela imprensa partidária...". Colaboração Fundação de Estudos Políticos, Econômicos e Sociais Dinarco Reis e Fernando Araújo.
07/Mar
Kalinin: Algumas Observações sobre a Educação do Soldado Komsomol. "...a educação dos homens, particularmente a dos militares, é um trabalho complexo e delicado. Neste trabalho não se pode confiar em certas formas de organização de uso permanente, ou inventar formas novas de trabalho válidas para todos os casos que se apresentem na vida, pensando que com elas a educação marchará por si mesma. Com uma fórmula preparada de antemão, mesmo que seja perfeita, não se pode resolver todos os problemas da educação...". Colaboração Fernando Araújo.
06/Mar
Cunhal: O Segredo da Questão, 7º capítulo da obra: Contribuição para o Estudo da Questão Agrária. "...Apesar de todas as desvantagens que se acabam de expor e se conjugam para tornar inviável uma concorrência bem sucedida da pequena contra a grande exploração capitalista, a pequena produção vai sobrevivendo. Ela alcança, em alguns casos, elevados rendimentos unitários e aparece no mercado aguentando os preços da grande exploração, e apresentando mesmo por vezes preços mais baixos. Como pode isto acontecer?...". Colaboração das Edições Avante!, Carlos Coutinho e Fernando Araújo.
05/Mar
Mao: Entrevista com um Correspondente do Sihghuajepao Sobre a Nova Situação Internacional. ..."Pessoas há que não compreendem como o pacto soviético-germânico de não agressão é um resultado da ruptura das negociações entre a Inglaterra, a França e a URSS; pensam que, pelo contrário, foi a celebração do pacto que provocou essa ruptura. Poderia expor as razões do fracasso das negociações anglo-franco-soviéticas?...". Colaboração Fernando Araújo.
04/Mar
Sachs: Partido Vanguarda e Classe. "...O conceito de partido nasce para o movimento operário moderno junto com o primeiro documento do marxismo militante, o "Manifesto Comunista". Não só que o título original do programa de Marx e Engels é "Manifesto do Partido Comunista" como no próprio texto fala-se pela primeira vez na necessidade da "organização dos proletários como classe e, portanto, como partido político"...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
03/Mar
Engels: A Família, capítulo 2 da obra: A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. "... A desigualdade legal, que herdamos de condições sociais anteriores, não é causa e sim efeito da opressão econômica da mulher. No antigo lar comunista, que compreendia numerosos casais com seus filhos, a direção do lar, confiada às mulheres, era uma indústria socialmente tão necessária quanto a busca de víveres, de que ficavam encarregados os homens. As coisas mudaram com a família patriarcal e, ainda mais, com a família individual monogâmica. O governo do lar perdeu seu caráter social. A sociedade já nada mais tinha a ver com ele. O governo do lar se transformou em serviço privado; a mulher converteu-se em primeira criada, sem mais tomar parte na produção social. Só a grande indústria de nossos dias lhe abriu de novo — embora apenas para a proletária — o caminho da produção social...". Colaboração Diego Grossi e Fernando Araújo.
02/Mar
Abriu o arquivo: Victor Meyer, com o texto: Frágua Inovadora: O Tormentoso Percurso da POLOP. "...No começo de 1961, no interior de São Paulo, realizava-se o Congresso de fundação da Organização Revolucionária Marxista Política Operária, mais conhecida como POLOP. Seu impacto intelectual sobre o pensamento radical de esquerda no Brasil, sua influência política sobre frações importantes da esquerda organizada, do movimento estudantil e mesmo do movimento operário, seriam fortemente crescentes ao longo dos anos 60. Na década seguinte, período de auge da ditadura militar, mergulharia num doloroso processo de isolamento social, seja pelos cruentos ataques que sofreu da polícia política — DOPS, Polícia Federal, OBAN e demais signos do terror anticomunista daqueles anos seja pela diáspora dos quadros no exílio e recorrentes fragmentações internas...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
01/Mar
Cunhal: A Pequena e a Grande Propriedade, 6º capítulo da obra: Contribuição para o Estudo da Questão Agrária. "...Poucos problemas da economia capitalista terão provocado tão ampla, apaixonada e demorada controvérsia como o problema da grande e da pequena exploração agrícola, das vantagens e eficiência de uma e outra, da sua viabilidade e do seu futuro...". Colaboração das Edições Avante!, Carlos Coutinho e Fernando Araújo.
28/Fev
Martens: Os primeiros frutos podres da «revolução democrática». Capítulo 3 do livro A URSS e a Contra-Revolução de Veludo. "...Pobres espíritos manipulados, os que acreditam que as nossas multinacionais e os nossos canais de televisão se interessam pela «liberdade», pela «democracia» e pela «luta contra a ditadura»...". Colaboração Para a História do Socialismo e Fernando Araújo.
27/Fev
Thalheimer: Entrre Jena e Leipzig - A Propósito do Congresso do Partido. "... Os dois fenômenos, tanto o fascismo alemão como a ocupação do Ruhr, só podem ser compreendidos no conjunto da evolução desde novembro de 1918, isto é, no quadro das lutas de classe, de um lado, e da política internacional a partir daquele momento, de outro. Os dois fenômenos e acontecimentos mencionados nos conduzem ao centro das tarefas mais atuais do nosso partido e das tarefas revolucionárias em geral. Estas, porém, só entenderemos corretamente, se tivermos compreendido o sentido histórico das tarefas partidárias, em toda a sua extensão, em sua ligação com o passado e em seu alcance para o futuro próximo...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Sérgio Antão Paiva e Fernando Araújo.
26/Fev
Lênin: Do artigo: O Congresso Socialista Internacional de Stuttgart. "...A resolução acerca das relações entre os partidos socialistas e os sindicatos reveste-se de extraordinária importância para nós russos. O Congresso de Estocolmo do POSDR manifestou-se em prol de sindicatos independentes do Partido, mantendo, portanto, o ponto de vista da neutralidade. Esse mesmo ponto de vista foi sempre defendido por nossos democratas desprovidos de espírito de partido, os bernsteinianos e os esserristas...". Capítulo do Livro Sobre os Sindicatos. Colaboração Fernando Araújo.
25/Fev
Abriu o arquivo: Eder Simão Sader, com o texto: Os Ensinamentos de Mao Tse-Tung e a Guerra Revolucionária no Brasil. "...Para travarmos com êxito a guerra revolucionaria no Brasil temos que descobrir suas leis. É verdade que isso é um pouco mais difícil do que apresentar escritos militares que esgotam todas as fases da guerra no país e "resolvem" todos os problemas, mas que tem o simples defeito de serem apenas traduções de Che, Mao e Giap...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
24/Fev
Sachs: Aonde Vamos?. A série de documentos intitulada "Aonde Vamos?", de autoria de Eric Sachs, circulou pela primeira vez em edição mimeografada entre abril e julho de 1967, como documentos de discussão interna da organização Política Operária. A série é composta por quatro partes: I - Aonde Vamos?; II - As Causas do Reformismo; III - Governo de Transição; IV - Foco e Revolução. As partes I e IV foram divulgadas assinadas pelo CN (Comitê Nacional) da Polop. As duas outras foram assinadas por Ernesto Martins, um dos pseudônimos utilizados por Eric Sachs em seus escritos clandestinos. Juntamente com o "Programa Socialista para o Brasil", o trabalho teve um importante papel na divulgação das idéias socialistas entre as várias tendências da esquerda revolucionária brasileira, principalmente entre as Dissidências que surgiram da luta interna no PCB a partir de 1966. As três primeiras partes do trabalho foram posteriormente incluídas na coletânea de textos do autor, publicada em edição póstuma, intitulada "Qual a herança da revolução russa e outros textos", Belo Horizonte: SEGRAC, 1988. Todavia, tal versão incorporou uma série de imprecisões de redação, por falha de revisão. A presente versão eletrônica, englobando as quatro partes, foi digitalizada e revisada em fev./2009 a partir de cópia mimeografada da época da publicação original. Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
23/Fev
Engels: Estágios pré-históricos de cultura, capítulo 1 da obra: A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. "...O quadro do desenvolvimento da humanidade através do estado selvagem e da barbárie, até os começos da civilização — quadro que acabo de esboçar, seguindo Morgan — já é bastante rico em traços característicos novos e, sobretudo, indiscutíveis, porquanto diretamente tirados da produção. No entanto, parecerá obscuro e incompleto se o compararmos com aquele que se há de descortinar diante de nós, ao fim de nossa viagem; só então será possível apresentar com toda a clareza a passagem da barbárie à civilização e o forte contraste entre as duas...". Colaboração Diego Grossi e Fernando Araújo.
22/Fev
Bierut: Como Superar os Desvios Direitistas e Nacionalistas na Direção do Partido, publicado em Problemas Revista Mensal de Cultura Política nº 16. Informe apresentado pelo Secretário Geral do Partido Operário Polonês à Conferência Nacional dos quadros do Partido, realizada em Varsóvia, a 6 de setembro de 1948. Colaboração Fernando Araújo.
21/Fev
Marx: § II. O valor constituído ou o valor sintético capítulo do livro Miséria da Filosofia. "...Uma vez admitida a utilidade, o trabalho é a fonte do valor. A medida do trabalho é o tempo. O valor relativo dos produtos é determinado pelo tempo de trabalho que foi preciso para produzi-los. O preço é a expressão monetária do valor relativo de um produto. Enfim, o valor constituído de um produto é simplesmente o valor que se constitui pelo tempo do trabalho nele fixado...". Colaboração Fernando Araújo.
20/Fev
Marini: Memória. "...Este texto foi escrito para atender uma exigência acadêmica da Universidade de Brasília. Sua finalidade é a de dar conta de minha vida intelectual e profissional, razão pela qual as referências de ordem pessoal ou política que nele se incluem têm o propósito de mera contextualização. Em nenhum momento, eu pensei na possibilidade de sua publicação, havendo limitado a sua circulação a pessoas para as quais ele pode, a meu ver, revestir algum interesse — essencialmente, familiares e amigos mais chegados, assim como estudantes que manifestaram especial curiosidade em relação ao meu trabalho...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Diego Grossi e Fernando Araújo.
19/Fev
Lysenko: A Biologia Soviética. Informe apresentado numa reunião da Academia Lenin de Ciências Agrícolas da URSS realizada de 31 de julho a 7 de agosto de 1948. Colaboração Fernando Araújo.
18/Fev
Martens: Praga, 1968-1989, reflexões antes da tempestade. Capítulo 2 do livro A URSS e a Contra-Revolução de Veludo. "...Como se deve avaliar as reformas de Dubcek de 1968, à luz das reformas capitalistas que acabam hoje de afogar a Hungria e a Polónia socialistas?...". Colaboração Para a História do Socialismo e Fernando Araújo.
17/Fev
Mao: Os Reacionários Devem Ser Castigados. Discurso proferido pelo camarada Mao Tsetung num comício organizado pela população de Ien-an, em memória dos Mártires do Incidente Sangrento de Pinquiam. Colaboração Fernando Araújo.
16/Fev
Giap: Armar Solidamente e em Toda a Parte as Massas Revolucionárias: Edificar um Exército do Povo Regular e Moderno. "A luta para prosseguir a revolução socialista e a construção do socialismo no Norte, para levar a cabo a revolução nacional democrática popular no Sul e para progredir rumo à reunificação pacífica do país, passará por etapas difíceis e complexas, mas conduzirá necessariamente à vitória. «A nossa organização militar deve dar resposta não só às tarefas imediatas mas a todas as tarefas em todas as circunstâncias» para o avanço da revolução, mesmo após a derrota do imperialismo americano e dos seus lacaios...". Colaboração João Filipe Freitas e Fernando Araújo.
15/Fev
Marighella: Nossa Política, publicado em Problemas Revista Mensal de Cultura Política nº 16. "... Cada vez que se lança à greve, o proletariado tem que se chocar com o Estado, que sempre em defesa dos interesses dos patrões se joga com todo o seu peso sobre os grevistas procurando esmagá-los... Por outro lado, torna-se necessário que as grandes massas no Brasil, tendo à frente a classe operária, saibam manter a continuidade na sua luta contra a reação e pela conquista das suas mais sentidas reivindicações. É preciso também que elas elevem gradativamente o nível de suas lutas, tornando-se mais amplas e vigorosas..." Colaboração Fernando Araújo.
14/Fev
Trotsky: A União Fraternal das Repúblicas Soviéticas. Tradução do discurso, oficialmente chamado "A união fraternal das repúblicas soviéticas" (em russo, "Brátski soiuz sovétskikh respúblik") e gravado em abril de 1919, num dos raros registros da voz de Trotsky. Colaboração Erick Fishuk e Fernando Araújo.
13/Fev
Lênin: Larin e Khrustaliov. "... No primeiro número do jornal menchevique Narodnaia Gazieta (10 de abril), o camarada G. Khrustaliov publicou um excelente artigo combativo, de extraordinário interesse (do ponto de vista da fração bolchevique), sobre congresso operário. Consideramos excelente o artigo, porque com ele o menchevique Khrustaliov nos ajuda tanto — ou mais — que o menchevique Larin. Gratos a ambos igualmente, analisaremos o conteúdo de suas ideias contrapondo graficamente um ao outro...". Colaboração Fernando Araújo.
12/Fev Kalinin: Do Artigo "O Poderio do Estado Soviético". Colaboração Fernando Araújo.
11/Fev
10/Fev
Thalheimer: Doze Meses da Frente Popular. "... Quando começou a experiência de governo da Frente Popular na França, em junho de 1936, nos foi dito que ele seria completamente diferente das coalizões reformistas familiares, levadas a tão desastrosas bancarrotas como, por exemplo, na Alemanha. A diferença seria que a política da Frente Popular iria ser determinada pela classe operária, que ela "lideraria" a burguesia, enquanto nas coalizões reformistas com os partidos burgueses foi a burguesia quem liderou. Nós não pretendemos examinar a lógica sob a qual se baseia essa assertiva. Vamos verificar os fatos...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
09/Fev
Sachs: Caminho e Caráter da Revolução Brasileira. Escrito em 1970, quando o autor se encontrava exilado na Alemanha. Circulou no mesmo ano no Brasil entre militantes da esquerda revolucionária, em edição mimeografada providenciada pela organização Política Operária. O documento é composto por quatro partes distintas. Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
08/Fev
Stálin: Em Torno do Problema Nacional da Iugoslávia. Discurso pronunciado perante a Comissão Iugoslava do Comitê Executivo da Internacional Comunista, a 30 de março de 1925. Capítulo do livro "O Marxismo e Problema Nacional e Colonial. Colaboração Fernando Araújo.
07/Fev
Engels: A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. Iniciada a inclusão dessa obra com o Prefácio à primeira edição - 1884 e o Prefácio à quarta edição - 1891. "...As páginas seguintes vêm a ser, de certo modo, a execução de um testamento. Marx dispunha-se a expor, pessoalmente, os resultados das investigações de Morgan em relação com as conclusões da sua (até certo ponto posso dizer nossa) análise materialista da história, para esclarecer assim, e somente assim, todo o seu alcance...". Colaboração Diego Grossi e Fernando Araújo.
02/Fev
Marx: Uma Descoberta Científica: § I. — Oposição do Valor de Utilidade e do Valor de Troca capítulo do livro Miséria da Filosofia. "...O sr. Proudhon propõe-se a nos explicar, antes de tudo, a dupla natureza do valor, "a distinção no valor", o movimento que torna o valor de utilidade em valor de troca. É preciso que nos detenhamos, com o sr. Proudhon, neste ato de transsubstanciação...". Colaboração Fernando Araújo.
01/Fev
Marini: Sobre o Socialismo. "...De Sismondi à esquerda ricardiana, de Owen a Marx, de Kautsky e Hilferding a Lenin, Rosa Luxemburgo, Trotsky e Gramsci, a teoria socialista pôs a nu os fundamentos da economia capitalista e da sociedade burguesa, evidenciou sua perversidade estrutural e a expropriação do trabalho social que elas propiciam, armou ideologicamente os povos que lutaram contra isso. E foram muitos esses povos, desde os operários parisienses de 1871 e os bolcheviques russos até as massas espoliadas da China, de Cuba, do Vietnam, de Angola e da Nicaragua...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Diego Grossi e Fernando Araújo.
31/Jan
Giap: O Papel Criador do Nosso Partido e do Nosso Povo no Armamento das Massas Revolucionárias e na Edificação do Exército do Povo. Terceiro capítulo do livro Armamento das Massas Revolucionárias. Edificação do Exército do Povo. "...Aplicando de modo criador o marxismo-leninismo às condições concretas da luta revolucionária no nosso pais, perpetuando e enriquecendo a tradição de luta gloriosa da nossa nacão contra o invasor estrangeiro, o Partido e o nosso povo levaram a um nivel superior as insurreições armadas e a guerra revolucionária e deram-lhes um conteúdo novo e uma nova quaIidade quanto aos objectivos criticos, as formas e métodos de luta e à poderosa força de ofensiva...". Colaboração João Filipe Freitas e Fernando Araújo.
30/Jan
Kalinin: Algumas Palavras Sobre a Propaganda e a Agitação. "...O marxismo é o único método acertado para compreender não só os fenômenos sociais, mas também os fenômenos da natureza. Por isso todo o esforço dirigido à compreensão dos fenômenos do universo e que seja feito do ponto de vista do marxismo-leninismo, robustece nossa consciência política bolchevique. Este trabalho não tem limites. Unicamente, é necessário que se considere o mundo com maior amplitude de vistas, que se saiba interpretar e generalizar a sua própria experiência...". Colaboração Fernando Araújo.
29/Jan
Martens: À laia de introdução A esperança a Leste?. Capítulo 1 do livro A URSS e a Contra-Revolução de Veludo. "...Para não nos perdermos numa inconsiderada fuga para a frente, para não nos enganarmos de batalha, para não nos aventurarmos na Sibéria sem bússola, tentemos resumir as lições que tomámos de 70 anos de lutas revolucionárias e de desvios oportunistas na União Soviética...". Colaboração Para a História do Socialismo e Fernando Araújo.
28/Jan
Mao: Apresentação de O Operário Chinês. "...O Operário Chinês deve converter-se numa escola para educação do operariado e formação de quadros operários; os seus leitores são os seus alunos. Há que formar entre os operários um grande número de quadros que, instruídos e capazes, não andem a cata de vãs honrarias e saibam fazer o trabalho. Sem estes, a libertação da classe operária é impossível...". Colaboração Fernando Araújo.
27/Jan
Marx: Prefácios e Nota Preliminar do livro Miséria da Filosofia. "...A presente obra foi composta no inverno de 1846-1847, época em que Marx conseguira elucidar os princípios de sua nova concepção histórica e econômica(1). O Système des contradictions économiques ou Philosophie de la misère, de Proudhon, que acabava de aparecer, deu-lhe o ensejo para desenvolver seus princípios, opondo-os às ideias do homem que, desde então, devia ocupar um lugar importante entre os socialistas franceses da época...". Colaboração Fernando Araújo.
24/Jan
Lênin: Do artigo: A Greve Política e a Luta de Rua em Moscou. "...A luta tenaz dos operários, as greves constantes, as manifestações, as insurreições parciais, todas essas batalhas e escaramuças experimentais, por assim dizer, incorporam inevitavelmente o exército à vida política e, por conseguinte, ao círculo dos problemas revolucionários. A experiência da luta educa com maior rapidez e profundidade que anos inteiros de propaganda em condições diferentes...". Colaboração Fernando Araújo.
Thalheimer: Advertência aos Revolucionários. "...Marx e Engels, desde o nascedouro da revolução, não tinham condescendência com os seus aliados da classe média ou mais baixa, que eles impulsionavam adiante através das críticas mais agudas e cheias de desprezo. Nunca se uniram a um governo burguês, nem apoiaram um único, a menos que uma chicotada seja "apoio"...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
23/Jan
Marini: Prólogo à A Revolução Cubana uma Reinterpretação. "...Esta obra de Vania Bambirra representa o produto de um paciente trabalho de investigação. Com a independência intelectual que a caracteriza, a autora negou-se a aceitar ideias feitas e enfoques tradicionais sobre a Revolução Cubana e, remetendo-se às fontes, procurou reinterpretar alguns aspectos fundamentais desse processo de tanto significado para os povos da América Latina. A exposição dos resultados ordena-se em torno de duas vertentes: a guerra revolucionária, em relação à qual se examina a concepção estratégica que a guiou, bem como as forças sociais que nela intervieram, e o carácter da revolução...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Diego Grossi e Fernando Araújo.
22/Jan
Marx: Miséria da Filosofia. Iniciada a inclusão desta obra com a Introdução. "...A “Miséria da Filosofia” ocupa na obra de Marx um lugar de importância capital. Foi nesse livro que ele expôs pela primeira vez de maneira concreta, no ardor de uma polêmica, a concepção materialista da história, a sua maior contribuição para as ciências histórico-sociais. A partir do dia em que, aos 24 anos, Marx deparou o problema do socialismo, ao ter de tratar na “Gazeta Renana” de questões relativas aos socialistas franceses e aos interesses do proletariado do oeste da Alemanha em face dos proprietários rurais e da burguesia, começam a aparecer as primeiras brilhantes indicações do rumo que ia tomar o seu pensamento..." Colaboração Fernando Araújo.
21/Jan
Giap: Tradições e Experiências do Nosso Povo na Edificação das Forças Armadas. Segundo capítulo do livro Armamento das Massas Revolucionárias. Edificação do Exército do Povo. "...As teses marxistas-leninistas sobre a organização militar do proletariado são essencialmente extraídas da prática e da experiência das revoluções proletárias e das guerras nacionais da Europa na época do capitalismo e do imperialismo, bem como das da luta militar e da organização militar das classes e das nações através da história...". Colaboração João Filipe Freitas e Fernando Araújo.
Kalinin: Combatente Auxiliar do Partido Bolchevique. "...O Komsomol, e com ele toda a juventude soviética, celebra o vigésimo quinto aniversário de sua existência. O Komsomol percorreu um caminho glorioso e tem em seu haver grandes méritos históricos perante a Pátria. Nascido na luta pelo regime soviético, o Komsomol, obedecendo ao apelo do Partido, lutou heroicamente, ombro a ombro com a geração adulta, contra os guardas brancos e os intervencionistas, defendendo a jovem República Soviética...". Capítulo 18 do livro "A Educação Comunista". Colaboração Fernando Araújo.
20/Jan
Mao: Contra as Atividades Capitulacionistas. "...“Fazer a guerra é sobreviver, não fazer a guerra é perecer”, era a conclusão de todos os partidos e grupos patrióticos, bem como a de todos os patriotas do nosso país. “Fazer a guerra é perecer, não fazer a guerra é sobreviver”, era a conclusão de todos os capitulacionistas. O troar dos canhões da resistência anti-japonesa em Lucouquiao resolveu, por algum tempo, essa polémica, proclamando a justeza da primeira conclusão e o erro da segunda...". Colaboração Fernando Araújo.
Leontiev: A Teoria Leninista do Imperialismo Desenvolvida pelo Camarada Stálin. "...A teoria leninista-stalinista do imperialismo é uma das maiores realizações do marxismo militante e criador. Ela atesta claramente a grande força e a vitalidade da doutrina marxista, ciência vitoriosa, ciência das leis do desenvolvimento da sociedade humana que arma a classe operária na sua luta revolucionária pela supressão da escravidão capitalista e pela edificação de uma sociedade nova, comunista..." Publicado em Problemas - Revista Mensal de Cultura Política nº 27 - Junho de 1950. Colaboração Fernando Araújo.
19/Jan
Martens: A URSS e a Contra-Revolução de Veludo, iniciada a inclusão desta obra com o Prefácio. "...Esta obra trata das atribulações que se produziram nos domínios ideológico e político na Europa de Leste e na União Soviética no decurso dos anos 1986-1990. A degenerescência política, ocorrida a partir de 1956, desencadeou em consequência uma subversão progressiva na base económica do socialismo...". Colaboração Para a História do Socialismo e Fernando Araújo.
Sachs: Qual é a Herança da Revolução Russa. "...O que representa hoje a União Soviética para o proletariado mundial? Esta pergunta continua a preocupar as vanguardas teóricas e de luta em quase todos os países, tanto nos que já se livraram do domínio capitalista, como daqueles que ainda aspiram essa meta. As respostas variam de “socialismo” a “capitalismo de Estado”, incluindo até mesmo “potência imperialista igual às outras”. Mas aí se trata de definições de extremos. Entre elas há uma série de nuances...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
04/Jan
03/Jan
Thalheimer: Linhas e Conceitos Básicos da Política Internacional Após à II Guerra Mundial. "... As particularidades da atualidade foram abstraídas intencionalmente. Trata-se aqui somente de mostrar, em poucas palavras, as linhas principais da política internacional após a II Guerra Mundial e de discutir alguns dos conceitos básicos daí decorrentes. Além disso, aqui não se trata de desejos, intenções ou planos, mas sim, de uma análise e de um resumo dos fatos e das forças motrizes pertinentes...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Sérgio Antão Paiva e Fernando Araújo.
02/Jan
Stálin: Sobre o Projeto da Constituição da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Do informe pronunciado perante o VIII Congresso Extraordinário dos Sovietes da União, a 25 de novembro de 1936. Capítulo do livro "O Marxismo e Problema Nacional e Colonial. Colaboração Fernando Araújo.
01/Jan
Marini: Brasil: da Ditadura à Democracia, 1964-1990. "...No curso da década de 1970, a América Latina foi palco do desenvolvimento de tendências contraditórias, que implicaram a extensão e o aprofundamento das ditaduras militares, que haviam feito sua aparição na década anterior, ao mesmo tempo que impulsionaram os primeiros passos desses regimes no sentido do restabelecimento da democracia e do Estado de direito, o que se tornará efetivo nos anos 80...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Diego Grossi e Fernando Araújo.
Janeiro a Dezembro de 2012
Julho a Dezembro 2011 - (199 documentos)
Janeiro a Junho de 2011 - (230 documentos)
Janeiro a Dezembro de 2010 - (375 documentos)
Janeiro a Dezembro de 2009 - (862 documentos)
Janeiro a Dezembro de 2008 - (261 documentos)
Janeiro a Dezembro de 2007 - (190 documentos)
Janeiro a Dezembro de 2006 - (103 documentos)
Outubro de 1999 a Dezembro de 2005 - (137 documentos)

 

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