Ideia de uma História Universal, com um Propósito Cosmopolita
Immanuel Kant
"Com este ensaio, publicado em 1784 (no Berlinische Monatschrift), de merecida fama e muito bem cinzelado, Kant ingressou de vez no rol dos que, com maior ou menor pertinência e profundidade (desde Voltaire, J.G. Herder e, mais tarde, G.W.F. Hegel, K. Marx e muitos outros), reflectiram sobre a história, o seu enigma, as suas trevas, as suas insinuações e a imprevisibilidade do seu rumo. Trata-se, como o próprio autor sugere, de um jogo intelectual, de uma espécie de "experiência mental ou imaginária" que se vai desdobrando, não sem algum humor contido da parte de Kant, nas nove proposições bem entretecidas acerca do mecanismo secreto e subjacente ao devir da humanidade no seu todo: a natureza, no seu desígnio oculto, serve-se dos impulsos dos homens, acossados pela loucura, vaidade e perfídia, vitimas da sua indolência e do seu egoísmo (individual ou colectivo), para realizar todas as virtualidades e possibilidades da nossa espécie, sem espaço ou tempo na vida demasiado curta do indivíduo, e que só podem chegar à maturidade no recinto do género humano na sua totalidade e ao longo de todas as idades. " (da Apresentação)
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Sumário
Apresentação
Ideia de uma História Universal com um propósito Cosmopolita
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Inclusão 28/10/2013