Materialismo e Empirocriticismo
Notas e Críticas Sobre uma Filosofia Reacionária

V. I. Lênin

1909


Fonte: Editorial Calvino Ltda., Rio, 1946.
Tradução: Abguar Bastos
Transcrição e HTML: Fernando A. S. Araújo.
Direitos de Reprodução: Licença Creative Commons licenciado sob uma Licença Creative Commons.

capa 1ª edição russa

Índice

Introdução

Prefacio à edição francesa

Prefacio à primeira edição russa

Prefacio à segunda edição russa

À Guisa de Introdução: Como certos “marxistas” refutavam o materialismo em 1908 e como o refutavam certos idealistas em 1710

Capítulo I - A Teoria do Conhecimento do Empirocriticismo e do Materialismo Dialético

1. As sensações e os complexos de sensações

2. "A descoberta dos elementos do mundo”

3. A coordenação de principio e o “realismo ingênuo”

4. Existia a natureza antes do homem?

5. O homem pensa com o cérebro?

6. Do solipsismo de Mach e Avenarius

Capítulo II - A Teoria do Conhecimento do Empirocriticismo e do Materialismo Dialético (Continuação)

7. A "coisa em si", ou Tchernov refuta Friedrich Engels

8. Do "transcenso", ou como V. Bazarov “acomoda” Engels

9. L. Feuerbach e J. Dietzgen sobre a "coisa em si"

10. Existe uma verdade objetiva?

11. Da verdade absoluta e relativa, ou o ecletismo de Engels descoberto por A. Bogdanov

12. O critério da prática na teoria do conhecimento

Capítulo III - A Teoria do Conhecimento do Empirocriticismo e do Materialismo Dialético (Conclusão)

13. Que é a matería e que é a experiencia?

14. O erro de Plerrânov em sua concepção da “experiencia”

15. Da causalidade e da necessidade na natureza

16. O “principio da economia do pensamento” e o problema da “unidade do mundo”

17. Espaço e tempo

18. Liberdade e necessidade

Capítulo IV - Os Filósofos Idealistas, Irmãos de Armas e Sucessores do Empirocriticismo

19. O kantismo criticado da direita e da esquerda

20. Como o “empiro-simbolista” Iuchkévitch ridiculariza o “empiro-criticista” Tchernov

21. Os imanentes, irmãos de armas de Mach e Avenarius

22. Que vem a ser o Empirocriticismo?

23. O “empiro-monismo” de A. Bogdanov

24. A “teoria dos símbolos” (ou dos hieroglifos) e a crítica de Helmholtz

25. A dupla crítica de Dühring

26. Como J. Dietzgen pôde agradar os filósofos reacionários?

Capítulo V - A Revolução Moderna nas Ciências Naturais e o Idealismo Filosófico

27. A crise da física contemporânea

28. "A materia desaparece"

29. É concebível o movimento sem matéria?

30. As duas correntes da física contemporânea e o espíritualismo inglês

31. As duas correntes da física contemporânea e o idealismo alemão

32. As duas correntes da física contemporanea e o fideismo francês

33. Um "físico idealista" russo

34. Essencia e valor do idealismo "físico"

Capítulo VI - O Empirocriticismo e o Materialismo Histórico

35. A excursão dos empiro-criticistas alemães no dominio das ciências sociais

36. Como Bogdánov “retifica” e “desenvolve” Marx

37. As “bases da filosofia social” de Suvórov

38. Partidos em filosofia e filósofos acéfalos

39. Ernst Haeckel e Ernst Mach

Conclusão

Anexos - Suplemento ao § 1 do Capítulo IV:

Por onde N. G. Tchernitchevski abordava a crítica do kantismo?

Dez perguntas ao conferencista

A propósito da Dialética

V. Nevski, O materialismo dialético e a filosofia da reação morta

Lista de obras e periódicos citados


Inclusão 20/12/2013
Última alteração 19/12/2014