Manual Político

Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde
(PAIGC)


Fonte: Edições Maria da Fonte, 2ª edição.
Transcrição: João Filipe Freitas
HTML:
Fernando A. S. Araújo.

capa

Índice

Introdução

1. Porque é que a nossa Organização de Luta pela Independência total da Guiné e Cabo Verde, sendo um Movimento de Libertação Nacional, se chama PAIGC?

2. Existe na nossa Terra alguma contradição entre a massa camponesa e os chefes tribais?

3. Que papel cabe à pequena burguesia na luta de libertação nacional?

4. A Nossa luta é fundamentalmente uma luta de libertação nacional ou uma luta de classes?

5. Porque é que nos devemos preparar para uma luta popular de longa duração e não fazer cálculos sobre o fim próximo da guerra?

6. Porque é importante para a nossa luta conhecermos profundamente a realidade histórica do nosso povo na Guiné e em Cabo Verde?

7. Em que medida a criação do nosso partido é, em si mesma, um ato de afirmação de unidade africana e que importância tem para nós a unidade africana?

8. Que sentido tem para nós o falar-se de «Revolução Africana»?

9. Atualmente existem certos limites à nossa luta armada. Em que medida nos será possível vencer as dificuldade e alargar os limites da nossa ação?

10. Do ponto de vista militar, como encara o Partido a libertação do conjunto das ilhas de Cabo Verde?

11. Qual é a posição do nosso Partido em relação aos soldados portugueses que combatem contra nós e em relação ao povo português?

12. Qual é a política de formação de quadros do Partido?

13. Em que princípio se baseia a aceitação da ajuda daqueles que se dispões a ajudar-nos?

14. Em que medida somos solidários com a luta dos nossos irmãos africanos da Rodésia e da África do Sul e qual poderá via a ser amanhã a nossa contribuição para a libertação definitiva?

15. Qual é a posição do partido em relação ao problema biafrense?

16. Porque razão devem os povos responder à violência imperialista com a violência revolucionária?

17. Porque é que Portugal, sendo um país pequeno e economicamente atrasado, é capaz de manter uma guerra em três frentes: Angola, Guiné e Moçambique?

18. Porque é que Portugal não pode fazer neo-colonialismo?

19. Porque dizemos que os países socialistas são os nossos aliados naturais na luta que travamos contra os criminosos colonialistas portugueses?

20. Quais são as possibilidades de desenvolvimento econômico da Guiné e Cabo Verde?

21. Qual é o fim estratégico da luta armada? Há algumas possibilidades de negociação com o colonialismo português?

22. Quais são os princípios táticos por que se orienta o exército guerrilheiro do PAIGC?

23. Que princípios táticos e estratégicos anti-guerrilheiros emprega o exército português?

24. Quais são o significado e a importância para o nosso Partido da unidade dos movimentos de libertação das colônias portuguesas concretizado através do CONCP?

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Inclusão 14/03/2014