Grande Estética

György Lukács

Dezembro de 1962


Tradução: Reinaldo Pedreira Cerqueira da Silva

HTML: Fernando Araújo.

Direitos de Reprodução: licenciado sob uma Licença Creative Commons.


Sumário

Volume 1 – Questões preliminares e de princípio.

Prólogo

1 – Problemas do reflexo na vida cotidiana

1.1 – Caracterização geral do pensamento cotidiano

1.2 – Princípios e começos da diferença.

2 – A desantropomorfização do reflexo na ciência.

2.1 – Alcances e limites das tendências desantropomorfizadores na Antiguidade.

2.2 – O contraditório florescimento da desantropomorfização na Idade Moderna.

3 – Questões prévias e de princípio relativas à separação da arte e da vida cotidiana

4 – Formas abstratas do reflexo estético da realidade.

4.1 – Ritmo.

4.2 – Simetria e proporção.

4.3 – Ornamentística.

VOLUME 2 – Problemas da mimese

5 – A gênese do reflexo estético

5.1 – Problemas gerais da mimese

5.2 – Magia e gênese.

5.3 – A gênese espontânea das categorias estéticas a partir da gênese mágica.

6 – O caminho para o mundanismo.

6.1 – A carência de mundo das pinturas rupestres paleolíticas.

6.2 – Os pressupostos do mundanismo das obras de arte.

6.3 – Os pressupostos do mundo próprio das obras de arte.

7 – O caminho do sujeito para o reflexo estético.

7.1 – Problemas preliminares da subjetividade estética.

7.2 – A alienação e sua superação no sujeito

7.3 – Do indivíduo particular à autoconsciência do gênero humano.

8 – O mundo próprio das obras de arte.

8.1 – Continuidade e descontinuidade das esferas estéticas (obra, gênero, arte em geral).

8.2 - O meio homogêneo, o homem integral e o homem inteiramente.

8.3 – O meio homogêneo e o pluralismo da esfera estética.

9 – Missão desfeitizadora da arte.

9.1- O mundo circundante natural do homem (espaço e tempo)

9.2 – A objetividade indeterminada.

9.3 – Inerência e substancialidade.

9.4 – Causalidade, azar e necessidade.

10 – Traços gerais da relação sujeito-objeto na estética.

10.1 – O homem como núcleo ou como máscara.

10.2 – A catarse como categoria geral da estética.

10.3 – O depois da vivência receptiva.

Volume 3 – Categorias psicológicas e filosóficas básicas da estética

11 – O sistema de sinalização 1´.

11. 1 – A delimitação do fenômeno.

11.2 – O sistema de sinalização 1´na vida.

11.3 – Os indícios indiretos (animais domésticos, patologia).

11.4 – O sistema de sinalização 1´no comportamento artístico.

11.5 – A linguagem poética e o sistema de sinalização 1´.

12 – A categoria de particularidade

12. 1 – Particularidade, mediação, centro.

12.2 – A particularidade como categoria estética.

13 – Em–si, para-nós, para-si.

13.1 – Em-si e para-nós no reflexo científico.

13.2 – A obra de arte como ente-para-si.

Volume 4 – Questões liminares do estético.

14 – Questões liminares da mimese estética.

14.1 – A música.

14.2 – Arquitetura.

14.3 – Artesanato artístico.

14.4 – Jardinagem.

14.5 – O cinema.

14.6 – O ciclo problemático do agradável

15 – Problemas da beleza natural.

15.1 – Entre a ética e a estética.

15.2 – A beleza natural como elemento de vida.

16 – A luta libertadora da arte.

16.1 – Problemas básicos e principais da arte libertadora.

16.2 – Alegorias e símbolos.

16.3 – Vida cotidiana, máscara privada e necessidade religiosa.

16.4 – Base e perspectiva de libertação.

Apêndice:

Hauser – História Social da Arte Volume 1. Capítulo 1 – Tempos pré-históricos secção 1 - Paleolítico, magia e naturalismo.


Inclusão: 10/02/2021
Última atualização: 03/03/2021